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A mulata Sílvia

  • Enviado: 12 de janeiro de 2004 11:11

Corpo do conto

Sílvia lavava roupas brancas num tanque da lavanderia. Era cômodo engenhoso. A água da nascente, depois de reservada para beber, descia num aqueduto feito de cerâmica apoiada em balaústres. Enchia uma caixa dágua. Esta, por sua vez, alimentava dez tanques de lavagem. Dez bicas caíam e faziam barulho. Barulho, bom, calmante, que fez a mulata Sílvia esquecer da vida, enquanto esfregava. Ela parou a pensar em nada. A cara cheia de prazer. Tinha uma perna inteira nua. Fora da saia para apoiar o corpo da mulata ao lado do tanque. A côxa muito grossa e perfeitamente elíptica. A batata como cupim de um touro. Sua camisa, habitualmente, não tampava o umbigo. E naquela hora não era diferente. Barriga rasa, dura como peça de madeira, cintura muito fina. O quadril enchia Chiquinho de desejo.

O vadio se escondia detrás de uma grande janela do cômodo. Observava atentamente todos os movimentos e poses de Sílvia. Entrou. Não foi notado. A mulata pensava e distraía a si mesma. Os pés descalços do malandro avançaram no piso de pedra, molhado, sua calça branca encharcava. Num golpe rápido passou a mão direita sobre o corpo de Sílvia, pelas costas, alcançado seu busto inchado. Simultaneamente a mão esquerda, pelo outro lado, calou a boca da mulata, cerrando seus grossos lábios. Num susto, Sílvia se contorceu, quis gritar, mas o abraço de tamanduá a imobilizava.

_ Tá pensando em mim, vagabunda? Tá com cara de quem deu e gostou.

Sílvia ficou como estátua. Chiquinho sentiu seus batimentos disparados voltarem ao normal. Deixou ela respirar. Mas manteve as mãos nos lábios. A língua da mulata provou seus dedos. A outra mão do homem arrancou a camisa branca e pobre da liberta. Imensos seios quase negros mal conseguiam se conter sob o abraço violento. Seus bicos endurecidos. A respiração cada vez mais ofegante. O coração voltou a disparar. Encostava sistematicamente, cada vez mais forte, seu traseiro no dominador. Chiquinho levantou sua saia totalmente. Dobrou-a mais ainda sobre o tanque. A mulata, não suportando o próprio peso, caiu sobre os próprios joelhos. Agora, livre do abraço, posicionou-se como fêmea e foi devorada.

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Sobre este autor

  • Escritos por: zemane2000
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