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Ad Listings

10 Responses to “Ad Listings”

  1. crazysexo24680 on 9 de agosto de 2013 @ 23:19

    Namorava a Natália há mais ou
    menos 2 anos, e comecei a notar a
    minha cunhadinha, na época com 17
    aninhos. Seu desenvolvimento era
    notório, e o comentário de todos era
    de que “com certeza ela já está
    dando por aí”, especialmente de sua
    irmã, que a classificava como uma
    “menina de cabeça fraca”. De fato,
    Luciana alternava coisas de mulher
    madura com lances de menininha
    ingênua, e isso me deixava
    particularmente curioso sobre como
    deveria ser seu comportamento na
    cama. Bem, mas o fato era que eu
    curtia bastante a minha namorada,
    uma loirinha com uma bunda grande,
    olhos verdes e peitinhos pequenos.
    Luciana não. Luciana era corpulenta,
    voluptuosa, uma loira com bunda
    bem durinha e seios bastante fartos.
    Nos dávamos muito bem, e de uns
    tempos para cá Natália começava a
    implicar um pouco com essa
    proximidade toda, já que eu e Luciana
    viramos confidentes um do outro e
    estávamos sempre com brincadeiras,
    o que por vezes chateava bastante a
    minha namorada. Em um verão, fomos
    para a praia, e Luciana estava
    absolutamente esplendorosa, numa
    fase realmente espetacular, chamando
    a atenção por onde queria que
    passasse. Nossa proximidade era
    notada por todos, mas sem malícia,
    cantávamos sambas, ríamos, nos
    divertíamos pra valer.
    Nosso entrosamento era diretamente
    proporcional ao deterioramento de
    minhas relações com Natália. Ela não
    parecia mais muito interessada em
    mim, sexo era algo bastante raro, e
    eu estava tentando salvar a relação.
    Propus diversas situações excitantes
    como fazer sexo numa praia semi-
    deserta à luz do dia, dentro do carro
    estacionado na garagem com toda
    sua família dentro da casa, e
    principalmente à noite no quarto onde
    dormíamos junto com a Luciana.
    Numa dessas noites de sexo dentro
    do quarto, quando transávamos em
    pé para não emitir qualquer ruído que
    acordasse a minha cunhadinha, tive a
    impressão que ela tava vendo o que
    fazíamos. Olhei melhor e ela estava
    de olhos fechados, com o que concluí
    que devia ser só impressão.
    No dia seguinte, ela estava diferente.
    Tinha um olhar malicioso e um
    risinho safado sempre que se dirigia a
    mim. Em uma dessas, estávamos na
    praia, eu e ela na água e o resto da
    família na areia, ela se aproxima de
    mim e fala: “Amarra meu biquíni?”. Eu
    prontamente atendi, ela se virou de
    costas e eu comecei a amarrar. Nisso,
    ela encosta a bunda fabulosa em mim
    e meu pau endurece na hora. Ela deu
    uma risadinha e perguntou: “O que
    foi, tá com tesão na cunhadinha? Ou
    só quer saber de comer a irmã dela
    de noite no quarto?” Eu respondi:
    “Ué, do que tu ta falando?” Ela disse:
    “Tu acha que eu não vejo vocês
    transando no quarto, na minha
    frente? Umas transas bem mais ou
    menos, por sinal! Eu se tivesse no
    lugar da Natália faria bem melhor”.
    Fiquei sem reação e ela continuava a
    esfregar a bunda no meu cacete, que
    estava duríssimo. “Nossa, deve ser
    uma delícia! Logo eu vou tirar a
    prova!” disse, e simplesmente saiu e
    me deixou sozinho na água. Me
    acalmei e retornei, e o dia seguiu
    normal.
    À noite, recebi a notícia de que a
    cunhadinha iria a uma festa em uma
    praia vizinha. Pensei que seria a
    oportunidade ideal para comer minha
    namorada com mais privacidade. Pra
    minha surpresa, quando chegou a
    noite, ela alegou estar cansada e foi
    logo dormir. Justo aquela noite que
    eu estava em ponto de bala, muito
    por causa da minha conversa com
    Luciana na água, claro. Custei a
    dormir e, quando eram mais ou
    menos 3 horas da manhã, recebo uma
    mensagem no celular. Era da minha
    cunhadinha, dizendo que a festa tava
    chata e que ela estava voltando, e
    queria que eu fizesse a noite ficar
    mais divertida. Perguntei o que
    poderia fazer para conseguir isto e
    ela respondeu:
    “Me encontra no quintal atrás da casa
    que eu te mostro.” Sem pensar muito,
    fui conferir. Quando cheguei lá, ela já
    estava me esperando, aburdamente
    gostosa com um vestidinho
    minúsculo de alcinha e um saltão,
    que fazia ela ficar ainda mais alta e
    mais poderosa. Sem dizer nada, já
    cheguei agarrando e beijando aquela
    boca carnuda. Imediatamente levantei
    o vestidinho e comecei a acariciar
    aquela bunda, que tanto havia
    desejado durante o dia desde o papo
    na água. Ela correspondia a cada um
    dos meus ataques, e já foi tirando
    minha camiseta e começou a me
    beijar, descendo até chegar à minha
    cintura. Meu pau tava duríssimo, e
    ela começou a chupá-lo por cima da
    bermuda, enquanto me olhava com
    uma carinha de safada. “Garanto que
    minha irmã não faz desse jeito, né?”
    Só balancei a cabeça negativamente,
    ela sorriu e tirou minha bermuda e
    minha cueca em um só movimento.
    Fez uma cara de mais piranha ainda,
    olhando pro meu pau, e sem demora
    começou a beijar a cabecinha,
    lambendo até a base e logo começou
    a chupar.
    Que boquete gostoso fazia aquela
    menina! A sensação de perigo duplo,
    por estar no quintal atrás da casa
    onde estava toda a família da minha
    namorada e também por estar à vista
    de qualquer um que passasse pela
    rua de trás da casa davam um sabor
    todo especial ao momento, que por si
    só já era memorável. Nunca imaginei
    que aquela menina fosse tão gostosa
    e me desse tanto tesão. Depois do
    boquete, foi a minha vez de investir
    sobre aquele corpo deslumbrante.
    Tirei a alcinha do vestidinho, e
    aqueles dois peitões saltaram na
    minha cara! Comecei a mordiscá-los,
    lambê-los, chupá-los, beijá-los, eu
    nem sabia direito o que fazer com
    aquelas duas maravilhas que mal
    cabiam na minha boca. Comecei a
    beijá-la, descendo até chegar à sua
    diminuta calcinha. Senti o cheiro
    maravilhoso do seu sexo, e estava
    louco para sentir seu sabor.
    Tirei a calcinha e a visão daquela
    bucetinha toda depiladinha me
    enlouqueceu. A virei de costas,
    encostada em um murinho que tinha
    na varanda da casa, e comecei a
    chupar enlouquecidamente aquela
    maravilha de buceta que ela tinha.
    Luciana não estava nem aí pro perigo
    e gritava de tesão, e pedia mais. Eu
    fiquei até com medo de ser pego, mas
    o tesão era absurdo para considerar
    qualquer coisa que não fosse aquele
    espetáculo que estava acontecendo.
    Finalmente chegou a hora do ato
    central daquela peça sensacional.
    Estávamos pensando a mesma coisa,
    então ela se virou e foi até sua bolsa,
    de onde trouxe uma camisinha. Me
    olhou com uma carinha mista de
    sapequinha com safadinha e disse:
    “Põe a camisinha e vem. Não agüento
    mais de vontade”. Nossa, coloquei a
    camisinha o mais rápido que pude e
    fui até a cunhadinha, que estava na
    mesma posição de quando eu estava
    chupando-a, com a bunda bem
    empinada. Enfiei meu cacete nela,
    que deu um grito alto e começou a
    gemer. Eu nem lembrava onde
    estávamos, e pelo visto ela também
    não, e fodemos gostoso durante um
    bom tempo, até que ela gozou,
    fazendo um escândalo. Se a parte de
    trás da casa não fosse meio separada
    dos quartos, era certo que alguém
    teria nos escutado.
    Sentei no muro e ela montou em mim,
    cavalgando bem gostoso no meu
    pau. Beijava aquela boca gostosa, e
    falava várias sacanagens no ouvido
    dela, dizendo que fazia tempo que eu
    queria comer ela desse jeito. Ela
    entrava no jogo, e em um dos
    momentos disse que seria minha
    amante a partir de agora e que se eu
    não me comportasse direitinho ela
    acabaria meu namoro. Disse ainda
    que eu estava em suas mãos, e teria
    que comê-la sempre que ela
    quisesse. Eu só concordava, primeiro
    por estar com tanto tesão e também
    porque naquelas alturas do
    campeonato não havia mais o que
    fazer mesmo. Após gozar gostoso
    narrando todas as suas sensações no
    meu ouvido, ela se virou e sentou de
    costas no meu caralho. A visão
    daquela bunda durinha me
    enlouquecia. Após mais uns minutos
    assim, estava chegando a minha hora
    de gozar. Levantei com ela no meu
    colo e a coloquei de pé, com as mãos
    em um dos pilares que sustentavam a
    varanda. Aumentei o ritmo e ela
    percebeu que eu iria gozar.
    Imediatamente ela parou tudo e disse:
    “Eu quero que tu goze sim, mas não
    vai ser aqui fora, literalmente.” Fiz
    uma cara de quem não entendeu, ela
    me pegou pela mão e disse: “Vou te
    mostrar que hoje de manhã na praia
    eu estava falando sério.” Pegou as
    suas coisas e disse pra eu pegar as
    minhas e seguir ela, que eu não iria
    me arrepender. Não entendi, mas
    concordei, peguei minhas roupas e fui
    atrás daquela gostosa maluca. Pra
    minha surpresa, ela foi entrando na
    casa, peladinha, e eu puxei ela
    perguntando o que ela tava fazendo.
    Ela disse: “Tu vai me comer lá no
    quarto, na frente da Natália, e vai
    gozar tudo na minha boca. Vou te
    provar que sou muito melhor do que
    ela nas mesmas condições!” Antes
    que eu dissesse que ela tava louca,
    ela me puxou e foi andando até o
    quarto, resoluta. Abriu a porta e me
    olhou com uma carinha que afastou
    qualquer traço de racionalidade que
    estivesse passando pela minha
    cabeça. Entramos no quarto, minha
    namorada parecia estar mesmo
    ferrada no sono, e a Luciana já veio
    me agarrando. Meu pau em seguida
    endureceu de novo, ela deitou na
    cama, e abriu bem as pernas, pedindo
    pra eu meter.
    Com a adrenalina a mil, soquei com
    força naquela vadiazinha, que arfava
    e respirava forte. Comi ela uns bons
    minutos assim, sempre de olho na
    cama onde minha mina dormia, mil
    coisas passando na minha cabeça,
    mas o tesão era a mais forte de
    todas. Então, a cunhadinha ficou de
    quatro, e eu prontamente comecei a
    meter gostoso naquela buceta. Não
    sei como a Natália não acordou,
    porque a cama fazia barulho a cada
    estocada que eu dava. Quando
    chegou a hora de gozar, tirei meu pau
    de dentro dela, que prontamente já
    veio tirando a camisinha e pedindo
    pra que gozar tudo na boca dela. Não
    demorou muito e eu jorrei muita porra
    naquela boca gostosa. Ela engoliu
    tudinho, fez aquela cara de sapeca/
    safada que tanto me encantava e
    disse: “E aí, quem é melhor?”
    Respondi: “Você, lógico!” Ela,
    enigmática, comentou: “Você não viu
    nada ainda”. Deu uma risadinha e foi
    dormir. E ela estava certa, depois
    daquilo eu vi muitas coisas ainda,
    mas isso é assunto pra contos
    futuros.

  2. ..

  3. Interessante

  4. muito bom

  5. Muito excitante

  6. Gostei

  7. jaquelinecesar on 15 de agosto de 2015 @ 11:56

    Muito excitante!!

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